Publicidade
MEIO FILTRANTE - Produção industrial do Rio de Janeiro apresenta crescimento, aponta IBGE

Esta notícia já foi visualizada 635 vezes.

Produção industrial do Rio de Janeiro apresenta crescimento, aponta IBGE

Data:18/12/2017

Segundo o IBGE, este é o terceiro resultado positivo consecutivo

A produção industrial do Rio de Janeiro obteve em outubro um avanço de 0,6% no comparativo com o mês anterior, segundo a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física - Regional (PIMPF), do IBGE. É o terceiro resultado positivo consecutivo do Rio de Janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado proporciona ao Rio um acumulado de 14,8% e aponta um crescimento de 4,7% na média móvel do terceiro trimestre. Foi o melhor resultado do país entre as áreas pesquisadas, neste recorte.

Na análise do índice mensal de outubro, a produção fluminense apresentou uma expansão de 10,9%. Já no acumulado de janeiro a outubro, o crescimento foi de 3,7% frente ao mesmo período de 2016. Se considerado os últimos 12 meses, taxa anualizada, o avanço é de 3,5% e mantém a trajetória ascendente iniciada em maio de 2016.

— O crescimento da produção industrial por três meses consecutivos é sinal da retomada do desenvolvimento econômico no estado. Com o aumento, as empresas contratam mais e o Estado tem aumento de arrecadação. É um momento de virada para a economia fluminense, possível graças à política de incentivos que nos últimos anos atraiu centenas de empresas — explicou o secretário interino da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico, Alberto Mofati.

Na comparação com igual mês do ano anterior, a produção industrial do Rio em outubro apresentou avançou na maior parte das atividades investigadas, 11 em 14 itens. Os principais impactos positivos foram registrados pelos setores de coque, de produtos derivados de petróleo e de biocombustíveis (18,7%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (63,2%), impulsionados, em grande parte, pela maior produção de óleo diesel, gás liquefeito de petróleo, naftas para petroquímica, óleos combustíveis, querosenes de aviação e óleos lubrificantes; e de automóveis e caminhões, respectivamente.

Mais avanços — A pesquisa registrou ainda outros avanços importantes nas áreas de bebidas (23,3%) e de metalurgia (9,1%). No índice acumulado de janeiro a outubro de 2017, os principais impactos positivos foram registrados pelos setores de veículos automotores.| Júlio Paluma


Fonte: www.revistafatorbrasil.com.br 

Comentários desta notícia

Publicidade