Publicidade
MEIO FILTRANTE - Gás de efeito estufa: unidade brasileira da Rhodia já eliminou quase 60 milhões de toneladas de CO2

Esta notícia já foi visualizada 184 vezes.

Gás de efeito estufa: unidade brasileira da Rhodia já eliminou quase 60 milhões de toneladas de CO2

Data:10/1/2018

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está completando dez anos de funcionamento ininterrupto da unidade industrial de abatimento de gás de efeito estufa instalada no complexo industrial São Francisco, em Paulínia (SP), contabilizando a eliminação nesse período de quase 60 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Esse total corresponde a retirar de circulação uma frota da ordem de dez milhões de veículos movidos a combustível fóssil.

Construída dentro do escopo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, do Protocolo de Kyoto, essa unidade industrial elimina da atmosfera o óxido de nitrogênio (N2O), considerado um gás de efeito estufa. É o maior projeto da era Kyoto em funcionamento na América Latina, está entre os dez maiores do mundo e tem dado uma contribuição importante para as metas de redução de emissões de carbono do Grupo Solvay e da indústria química brasileira.

O Grupo Solvay fixou o objetivo global de até 2025 (tendo como base o ano de 2015) reduzir em 40% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa e ter 50% de seu faturamento associado a soluções sustentáveis. Em três anos, reduziu em 30% a intensidade das emissões, e as soluções sustentáveis já respondem por 43% do faturamento.

Além da eliminação de gás de efeito estufa, a instalação dessa unidade permitiu o desenvolvimento de tecnologias e a formação de profissionais especializados em meio ambiente. Ao mesmo tempo, gerou receitas para a empresa por meio de créditos de carbono, atrelados ao Protocolo de Kyoto, que deixaram de existir no encerramento do programa no final de 2012.

Porém, em razão de seu compromisso ambiental e com os negócios sustentáveis, o Grupo Solvay decidiu manter essa unidade em atividade, arcando isoladamente com os custos operacionais, sem contrapartida econômica ou qualquer outro benefício, o que reduz sua competitividade frente a importados que não cumprem esse quesito.
 

Fonte:  www.revistafatorbrasil.com.br 

Comentários desta notícia

Publicidade