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MEIO FILTRANTE - Cresce a atratividade das fontes limpas no mercado livre de energia

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Cresce a atratividade das fontes limpas no mercado livre de energia

Data:11/7/2018

Índice FDR Energia de julho destaca Tocantins como único estado com boa viabilidade para migração para o Ambiente de Contratação Livre

A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de concluir o Índice Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia do mês de julho. O levantamento mostra o crescimento da competitividade das fontes limpas no Ambiente de Contratação Livre (ACL), com a média de “0,516”, no comparativo com junho, que registrou “0,507”.

De acordo com o estudo, Tocantins continua na liderança do ranking e recuperou a média acima de 0,6, que indica boa viabilidade financeira para migração para o mercado livre de energia. O estado foi o único do mês a atingir essa classificação.

Na segunda posição do Índice FDR, ficou o Pará, com a nota “0,592”, seguido por Espírito Santo com “0,580”. Na quarta posição ficaram os estados de Goiás e Rio de Janeiro com “0,578” e em quinto Amazonas, com “0,577”.  E na lanterna permanece o Amapá, com nota “0,360”, que indica baixa atratividade.

“Os estados se mantiveram na mesma posição do mês passado, porém recuperaram um pouco a atratividade”, afirma Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia. O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.

Pode-se considerar que valores abaixo de 0,4 são tidos como inviáveis financeiramente para migração para o ACL. Entre 0,4 e 0,6 como viabilidade moderada, entre 0,6 e 0,8, de boa viabilidade e acima de 0,8, com alta viabilidade.

O índice foi calculado com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro.


Fonte: www.clubdeimprensa.wordpress.com 

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