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Marcopolo eleva lucro e faturamento no primeiro semestre

Data:10/8/2018

Resultado reflete melhora da demanda nos mercados interno e de exportação 

REDAÇÃO AB


A encarroçadora de ônibus Marcopolo registrou faturamento e lucro maiores no primeiro semestre graças à melhora da demanda tanto no mercado interno quanto no mercado de exportação. Com R$ 1,85 bilhão, a empresa encerrou o período com receitas 43,3% maiores na comparação com mesmo intervalo do ano passado, enquanto o lucro líquido quase dobrou, chegando a um crescimento expressivo de 86%, para R$ 54,3 milhões.

Segundo a fabricante, a demanda aumentou em todos os segmentos: nos urbanos, a produção mais que dobrou, elevando os volume em 120%, para um total acima de 1,6 mil unidades contra as 769 fornecidas no primeiro semestre de 2017. Este total lhe reservou uma participação de mercado de 56,6% sobre os 26,7% de um ano antes. Nos rodoviários, o volume também dobrou, passando de 541 para pouco mais de 1,06 mil unidades.

Em suas operações no exterior, o destaque são as unidades da Austrália e China apresentaram crescimento da receita de 89,2% e de 79,4%, respectivamente.

Segundo a companhia, as iniciativas adotadas na Neobus que visam o aumento de volumes e a eficiência já apresentam resultados positivos: no segundo trimestre, a marca registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 8,9 milhões anotados em mesmo período de 2017. A produção cresceu de 324 unidades para 826 no mesmo período, incremento de 154,9%, favorecida pela transferência da produção de modelos Volare da unidade Planalto.

“Estamos otimistas com relação ao desempenho da indústria brasileira de ônibus, tanto no mercado interno como nas exportações. Temos expectativa de bom desempenho em todas as três marcas, Marcopolo, Neobus e Volare”, afirma o diretor-geral da Marcopolo, Francisco Gomes Neto. “Esperamos que a retomada de volumes se sustente nos próximos meses, sobretudo no mercado externo que, com a desvalorização do real, pode impactar positivamente a receita líquida e os resultados operacionais”, finaliza Gomes.


Fonte: www.automotivebusiness.com.br

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