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Petrobras atinge produção no pré-sal de 1.367 Mboed no 3T19

Data:18/10/2019

Aumento de 17,0%, ante o 2T19, 40,2% em relação ao 3T18, com recorde mensal e diário, o que representa hoje 60% do óleo produzido no Brasil.

A Petrobras apresentou sólido desempenho operacional no terceiro trimestre de 2019 , entregando expressivo crescimento da produção de óleo, LGN e gás natural, que atingiu 2.878 Mboed, 9,3% acima do segundo trimestre de 2019 . Tem destaque o aumento de 17,0% da produção do pré-sal, que alcançou 1.367 Mboed, representando hoje 60,4% da produção de óleo no Brasil, conforme divulgação dos dados do período no dia 17 de outubro(quinta-feira).

Se acordo com a companhia, o desempenho do pré-sal é decorrente do ramp-up das seis plataformas que entraram em produção em 2018 e 2019 (P-74, P-75, P-76 e P-77 no campo de Búzios e P-67 e P-69 no campo de Lula), que contribuíram com 441 Mbpd no terceiro trimestre de 2019. Adicionando a contribuição da FPSO Campos dos Goytacazes em Tartaruga Verde, no pós-sal, totalizamos 555 Mbpd, o que representa um aumento de cerca de 48% em relação ao segundo trimestre de 2019, com a entrada em operação de nove poços produtores. — Vale ainda destacar que as plataformas P-69 e P-76, nos campos de Lula e Búzios, atingiram a capacidade de produção de 150 Mbpd com ramp-up de 10,3 e 7,7 meses (tempo recorde no pré-sal), respectivamente.
 
Recorde mensal e diário — Destaca-se ainda que no terceiro trimestre de 2019, a produção atingiu novo recorde mensal de 3,0 MMboed, além de um novo recorde diário de 3,1 MMboed, alcançados no mês de agosto. Já a produção operada atingiu o recorde mensal de 3,7 MMboed no mesmo mês. Com estes resultados mantemos a trajetória para o cumprimento da meta de produção anual, em 2,7 MMboed, com variação de 2,5% para mais ou para menos.

Pós-sal — A produção de óleo no pós-sal ficou estável em 706 Mbpd em relação ao segundo trimestre de 2019, enquanto a produção de óleo em terras e águas rasas aumentou 4,3% na comparação com o segundo trimestre de 2019 atingindo 192 Mbpd.

Refino — No segmento de refino, acompanhando a maior demanda no trimestre no mercado brasileiro, aumentamos a produção de derivados em 2,9% face ao trimestre anterior. Isso também contribuiu para a redução das importações, especialmente de gasolina e GLP, por meio da maior utilização do parque de refino (que cresceu de 76% para 80%) e das unidades de conversão. As vendas de derivados aumentaram 3,5% face ao trimestre anterior, com destaque para o incremento nas vendas de diesel, que subiram 5,2%, impulsionadas pelo plantio da safra de grãos e pela atividade industrial. As vendas de GLP subiram 3,2% na comparação com o segundo trimestre de 2019 principalmente pelas temperaturas médias mais baixas. Houve ainda aumento da exportação, acompanhando a maior produção de óleo, e redução da importação de petróleo com maior processamento de óleo nacional nas refinarias.

Geração de termelétrica — No segmento de gás e energia destacam-se a geração termelétrica, que aumentou 124,6% em relação ao trimestre anterior, refletindo as condições hidrológicas e os menores custos de gás natural, e o aumento em 9 MMm3/dia da oferta de gás para atendimento da demanda termelétrica.

Exportação e Importação — A exportação líquida aumentou em 252 Mbpd atingindo 469 Mbpd no terceiro trimestre de 2019, principalmente em função da maior exportação de petróleo acompanhando o aumento de produção. Além disso, também houve aumento das exportações de gasolina em função da maior produção desse derivado. A redução das importações de petróleo e derivados também contribuiu para o aumento das exportações líquidas.

A exportação líquida aumentou 411 Mbpd, também pelo crescimento da exportação de petróleo em relação ao terceiro trimestre de 2018. Entre estes trimestres houve uma redução de 106 Mbpd na importação de óleo e derivados.

. Mais detalhes do balanço do 3T19: https://www.investidorpetrobras.com.br/ptb/15879/9512_716567.pdf..pdf



Fonte: http://www.revistafatorbrasil.com.br

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